segunda-feira, 2 de março de 2020

AS VIELAS DO BUIU


O PROJETO VIELA

O Jardim São Luís é como qualquer outra favela: um amontoado de ruazinhas. E, como sempre acontece em vias estreitas, toma-se um caminho sem a certeza do que vai encontrar mais adiante. Pode ser uma pedra, uma pessoa querida, um beco sem saída. Lá, no extremo da zona sul de São Paulo, você pode entrar pela avenida, virar em uma rua mais larga e desembocar numa viela. Lá, vai encontrar crianças estudando, jogando futebol, praticando jiu-jitsu, tendo aula de inglês, teatro ou gastronomia, reforço escolar ou apenas conversando. E, também, vai encontrar o Buiu, o fundador do Projeto Viela.



O BUIU 

Lá no passado não tão distante, Anderson Verdiano Agostinho pegou o caminho errado. Ficou viciado em drogas, perdeu amigos, pediu dinheiro, se meteu em confusão. Claramente, era um beco sem saída: o Buiu tinha tudo para acabar como tantos outros, em um país onde quem nasce pobre, negro, filho de alcóolatra e favelado já começa devendo posições no jogo da vida. Quem visita o Projeto Viela (sim, isso é um convite), entretanto, só pode se surpreender. Ela não apenas venceu os obstáculos à sobrevivência como transformou tudo à sua volta. 


AS VIELAS DO BUIU 

Está na hora de contar a história do Buiu. Um livro inspirador, capaz de ´furar bolhas´ e espalhar boas ideias – em um formato inovador: inspirado nO Jogo da Amarelinha (Julio Cortázar) pode ser lido em várias direções: de trás para frente, apresenta pessoas que transformaram – ou foram transformadas - pelo projeto; ´normal´, conta a trajetória do Buiu; nas outras dimensões apresenta as narrativas das crianças. Como se você, também, estivesse escolhendo por qual viela prosseguir.
O projeto é multimídia, transmídia e multiplataforma. E aberto, por ter a descarada ambição de influenciar pessoas.
Desde um site com múltiplas possibilidades – como um game em que cada escolha leva à uma continuação diferente, até palestras presenciais em que o Buiu pode apontar um caminho a crianças em situação de fragilidade ou mostrar a pessoas privilegiadas de todas as idades que elas também podem fazer a diferença. Contar para adolescentes dos perigos da drogadição e apontar um caminho para que sejam superados.

IMÃS

Duas irmãs que atraem, como um campo magnético, histórias que merecem ser contadas e as transformam, a quatro mãos, em leituras inspiradoras. Luciana e Andrea Sendyk e mais um time capaz de programar, desenhar, construir e produzir, vão espalhar a história do Buiu. Personagem que já atrai, por si só, bastante mídia espontânea (faça uma busca e descubra) ele vai ganhar uma mãozinha de uma dupla dinâmica especializada em comunicação e que trabalha, juntas e separadas, com internet antes dos brasileiros saberem o significado da palavra.

E você, vai dar uma mão?

VOCÊ NAS VIELAS

Estamos escrevendo a história do Buiu e entrevistando as pessoas que tocaram, tangenciaram ou transformaram o projeto. Agora, precisamos de uma força para contar para todo mundo. Podem ser sugestões, indicações de uma empresa que queira colocar sua marca em um local admirável, críticas e, até mesmo, elogios. Podem ser direcionamentos, como algumas pessoas já estão fazendo. Você pode comprar um livro antes mesmo do lançamento, ou pode comprar um lote e distribuir gratuitamente para algum grupo de pessoas que você acha que merece a leitura.
Pode bancar uma palestra, pode compartilhar na sua rede de contatos reais e reais.
Comprar uma cota de patrocínio? Ligue já!
Pode, inclusive, dizer que não tem interesse em participar. Mas, se você leu até aqui, a gente acha altamente improvável que você queira fazer isso.
De qualquer forma, se leu até aqui a gente já tem algo a te dizer: muito obrigada!

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